Para os falantes do Português, Macau é uma espécie de alucinação. Por todo lado, o passeante vê a sua língua exposta como um troféu. Mas não há ninguém que a utilize (somente 3% da população fala o Português). As ruas possuem um segundo nome em chinês que não tem nenhuma relação com a designação em Português. São dois mundos paralelos, sendo que um deles existe somente como identificação de um passado culturalmente alheio à maioria da população.
Vejam as imagens. Primeiro Hong Kong. Que os chineses chamam de Xianggang: porto ou baía perfumada.






Macau. Ou Aomen: porta da baía. O seu território era basicamente uma península, hoje estão ocupadas mais duas ilhas, que conquistaram terra ao mar. São 700 mil habitantes e uma legião de turistas chineses que vem jogar nos cassinos. O chinês precisa de uma autorização especial e só pode obtê-la de 2 em 2 meses e se não for funcionário público.
A decoração para o ano novo chinês estava sendo colocada numa das praças do centro histórico.



Ao fundo os novos cassinos. A arquitetura pode ser assustadora.



1 comentários:
Super interessante!
Queria agradecer o Mail que me mandou sobre arquitectura. Gostei muito de ler.
Espero que esteja tudo a correr pelo melhor...
Um beijinho BEA
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